3.4.25

Sobre Prestidigitação, de Maria Stepánova

 «Prestidigitação, de Maria Stepánova (n. 1972, Moscovo), história encantatória de uma escritora exilada, que é convidada para um festival literário, mas que e deixa perder pelo caminho, assumindo uma nova identidade, longe da vida que vivera até então, longe dos conflitos, tudo por força do encontro que teve com um circo ambulante.» [José Guardado Moreira, Ensino Magazine, Março 2025]


Prestidigitação (trad. António Pescada) e Memória da Memória (trad. Nina Guerra e Filipe Guerra) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/maria-stepanova/

Sobre Lolita, de Vladimir Nabokov

 «Quase quarenta anos depois, este romance tão artificial criou uma nova palavra internacional (“lolita”), inventou uma América — a dos motéis e autoestradas — de que se nutre ainda boa parte da narrativa americana contemporânea, é uma das obras com o inglês mais rico e preciso da literatura deste século e, ao contrário das acusações iniciais de pornografia que teve de sofrer, é talvez — e no que me diz respeito — o romance mais melancólico, elegante e lírico de quantos li.» [Javier Marías in Literatura e Fantasma]


«A única história de amor convincente do nosso século.»

[Vanity Fair]


«Nabokov escreve prosa do único modo que esta deve ser escrita, ou seja, extasiadamente.» [John Updike]


Lolita (trad. Margarida Vale de Gato) e outras obras de Vladimir Nabokov estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/vladimir-nabokov/

2.4.25

Sobre Walden, de Henry David Thoreau

 Crítico do crescimento da industrialização americana, Henry David Thoreau abandonou Concord, no Massachusetts, em 1845, para se isolar nos bosques junto ao lago Walden.

Walden, livro em que o autor narra essa sua estada no local, transmite um maravilhamento pela natureza de um lugar, assim como um anseio pelo transcendentalismo, pela verdade espiritual e pela independência do homem.


Walden, de Henry David Thoreau (tradução de Alda Rodrigues), com prefácio de Ralph Waldo Emerson (tradução de Maria das Neves Gomes), está disponível em https://relogiodagua.pt/autor/henry-david-thoreau/

Sobre Thérèse Raquin, de Guy de Maupassant

 Num apartamento sombrio na viela do Pont-Neuf, em Paris, Thérèse Raquin está presa a Camille, seu primo, num casamento sem amor. A monotonia conjugal é interrompida quando inicia um caso amoroso com Laurent, amigo do seu marido. Mas a paixão leva-os a cometer um crime que os perseguirá para sempre. 

Thérèse Raquin causou escândalo quando foi publicado, em 1867, e trouxe ao seu autor, com apenas vinte e sete anos, uma notoriedade que o acompanhou toda a vida. O romance de Zola é não só um retrato de adultério, loucura e vingança, mas também uma exploração dos aspetos mais sombrios da existência humana.


Thérèse Raquin (tradução de João Gaspar Simões, com prefácio de Guy de Maupassant, tradução de Miguel Serras Pereira) e Nana (tradução de Daniel Gonçalves) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/emile-zola/

1.4.25

Canção do Profeta, de Paul Lynch, finalista do Dublin Literary Award

 Canção do Profeta, de Paul Lynch, finalista do Dublin Literary Award


Canção do Profeta, de Paul Lynch, é um dos seis finalistas do Dublin Literary Award 2025. Os outros finalistas são James, de Percival Everett, The Adversary, de Michael Crummey, We Are Light, de Gerda Blees, North Woods, de Daniel Mason, e Not a River, de Selva Almada.

A obra vencedora será conhecida dia 22 de Maio. Mais informação em https://dublinliteraryaward.ie


Canção do Profeta (tradução de Marta Mendonça) está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/cancao-do-profeta-premio-booker-2023/

Livros da Relógio D’Água finalistas do Prémio Livro do Ano Bertrand

 Livros da Relógio D’Água finalistas do Prémio Livro do Ano Bertrand, atribuído pelos livreiros e leitores Bertrand: 

Intermezzo, de Sally Rooney (traduções de Marta Mendonça), finalista na categoria de Melhor Livro de Ficção Estrangeira, e Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar (tradução de Maria Lamas), na categoria de Melhor Reedição de Grandes Obras da Literatura.


Intermezzo (tradução de Marta Mendonça) e outras obras de Sally Rooney estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/sally-rooney/

Memórias de Adriano (tradução de Maria Lamas) e outras obras de Marguerite Yourcenar estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/marguerite-yourcenar/

Sobre Almas Mortas, de Nikolai Gógol

 Almas Mortas é o grande romance de Nikolai Gógol, autor ucraniano que escreveu em russo.

A narrativa começa com a chegada de Tchítchikov a uma cidade provinciana da Rússia czarista, onde os servos estão presos à terra dos grandes proprietários. Divertido, astucioso, mundano, Tchítchikov seduz rapidamente os locais e cativa as mulheres com as suas boas maneiras, mas depressa se revela a estranheza das suas intenções ao serviço de um imaginativo negócio. Tchítchikov pretende comprar «almas mortas», isto é, servos já falecidos mas que ainda constam do recenseamento como vivos. A operação é facilitada pelo facto de os proprietários terem de pagar impostos pelos servos, incluindo os que morreram nos últimos anos.

Verdadeira comédia negra, o romance denuncia as fraquezas do Império Russo, a corrupção das elites e a miséria dos camponeses. Pelo livro desfilam personagens que vão desde a velha proprietária avarenta e alcoólica ou dos militares obcecados com o jogo até aos funcionários venais e às mulheres atentas às modas moscovitas.

A primeira parte da obra foi publicada em 1842 e provocou escândalo, o que levou Gógol a queimar os manuscritos do segundo tomo, de que só uma parte foi resgatada.


Almas Mortas (trad. Nailia Baldé) e outras obras de Nikolai Gógol estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/nikolai-gogol/